Segue o vídeo da apresentação. Aproveitem!
sábado, 30 de agosto de 2008
Apresentação do MBA - Gestão do Conhecimento
Nesta sexta-feira em minha turma do MBA, fiz uma apresentação do tema "Gestão do Conhecimento" com uma visão forte de Web 2.0.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Inteligência 2.0: O uso do BI na gestão de negócios
Na semana passada tive a oportunidade de assistir a algumas palestras no evento da ExpoGestão 2008 em Joinville/SC. Numa destas inúmeras palestras, assisti a uma da SAP que falava sobre o tema acima mencionado.
O Business User 2.0 necessita da simplicidade e da agilidade, precisa ser pró-ativo e usa a tecnologia a seu favor, pois a tecnologia é o meio e não o fim.
A questão gerava muito em torno do porque não podemos ter a mesma facilidade para buscar a informação do negócio como temos na internet por exemplo. Ai foram levantados alguns pontos interessantes:
- Informação corporativa "não indexada"
- Separada por "silos" (finanças, manufatura, etc.)
- Formatada por funcionalidade
- Múltiplas "versões da verdade"
Cada silo tem a sua verdade, ou seja, o número não confere. Não confere porque cada área tem o seu entendimento da informação, um exemplo que acredito que possamos identificar rapidamente é o tal do faturamento. Para determinadas áreas o faturamento é sem devolução das mercadorias, para outros é com as devoluções, e assim vamos. Estes mesmos silos geram a informação e as mantém sob custódia, onde os demais silos não tem acesso, e são fornecidas mediante solicitações. Eu tenho a informação, por isto tenho o poder; pensam eles, o problema que a empresa é a mesma, sendo assim se um perde a empresa perde.
A vida do Business User não é fácil com o excesso de informação existente. Imagine quantos locais a informação pode estar e os parâmetros que podem ter sido gerados estas informações. Na maioria dos casos, nem as pessoas que geraram a informação sabe corretamente quais parâmetros foram utilizados e também em muitos casos não tem o entendimento do porque fizeram daquela forma.
Nisto, gera a proliferação da informação, onde cada silo divulga a sua informação com entendimentos diferentes e em locais diferentes, não sabendo quem gerou ou quando gerou, muito menos os parâmetros utilizados para a geração da informação, dificultando e muito qual dela é a correta e a que deverá ser utilizada. Estas informações podem vir de diversas fontes: SAP, não SAP, Intranet, Web, Cognos, etc.
No entanto o Business User não pode esperar, não pode complicar, não pode errar; pois ele tem muito a perder, tem que arriscar e só pode acertar. O mercado tem mudado muito nos últimos tempos, facilitando a vida do Business User. O Business User precisa de agilidade para gerar resultados, não pode esperar, tem que tomar decisões estratégicas alinhadas com todas as equipes e não pode se complicar.
No caso da SAP ela foi buscar os conceitos de Web 2.0 para trazer esta agilidade, esta facilidade, fazendo com que o seu produto possa oferecer facilidades a este Business User agregando valor ao negócio, fazendo com que as tomadas de decisões sejam melhores e mais rápidas.
O BW agora incorporou o conceito de colaboração de muitos para muitos, fazendo com que as informações possam ser classificadas, colocado comentários, trazendo informações de outras fontes, etc. Tudo para tornar a vida do Business User mais fácil.
Viva a Web 2.0!
O Business User 2.0 necessita da simplicidade e da agilidade, precisa ser pró-ativo e usa a tecnologia a seu favor, pois a tecnologia é o meio e não o fim.
A questão gerava muito em torno do porque não podemos ter a mesma facilidade para buscar a informação do negócio como temos na internet por exemplo. Ai foram levantados alguns pontos interessantes:
- Informação corporativa "não indexada"
- Separada por "silos" (finanças, manufatura, etc.)
- Formatada por funcionalidade
- Múltiplas "versões da verdade"
Cada silo tem a sua verdade, ou seja, o número não confere. Não confere porque cada área tem o seu entendimento da informação, um exemplo que acredito que possamos identificar rapidamente é o tal do faturamento. Para determinadas áreas o faturamento é sem devolução das mercadorias, para outros é com as devoluções, e assim vamos. Estes mesmos silos geram a informação e as mantém sob custódia, onde os demais silos não tem acesso, e são fornecidas mediante solicitações. Eu tenho a informação, por isto tenho o poder; pensam eles, o problema que a empresa é a mesma, sendo assim se um perde a empresa perde.
A vida do Business User não é fácil com o excesso de informação existente. Imagine quantos locais a informação pode estar e os parâmetros que podem ter sido gerados estas informações. Na maioria dos casos, nem as pessoas que geraram a informação sabe corretamente quais parâmetros foram utilizados e também em muitos casos não tem o entendimento do porque fizeram daquela forma.
Nisto, gera a proliferação da informação, onde cada silo divulga a sua informação com entendimentos diferentes e em locais diferentes, não sabendo quem gerou ou quando gerou, muito menos os parâmetros utilizados para a geração da informação, dificultando e muito qual dela é a correta e a que deverá ser utilizada. Estas informações podem vir de diversas fontes: SAP, não SAP, Intranet, Web, Cognos, etc.
No entanto o Business User não pode esperar, não pode complicar, não pode errar; pois ele tem muito a perder, tem que arriscar e só pode acertar. O mercado tem mudado muito nos últimos tempos, facilitando a vida do Business User. O Business User precisa de agilidade para gerar resultados, não pode esperar, tem que tomar decisões estratégicas alinhadas com todas as equipes e não pode se complicar.
No caso da SAP ela foi buscar os conceitos de Web 2.0 para trazer esta agilidade, esta facilidade, fazendo com que o seu produto possa oferecer facilidades a este Business User agregando valor ao negócio, fazendo com que as tomadas de decisões sejam melhores e mais rápidas.
O BW agora incorporou o conceito de colaboração de muitos para muitos, fazendo com que as informações possam ser classificadas, colocado comentários, trazendo informações de outras fontes, etc. Tudo para tornar a vida do Business User mais fácil.
Viva a Web 2.0!
quarta-feira, 18 de junho de 2008
O Objetivo da Web 2.0 é gerar inteligência coletiva
A internet é um novo meio de comunicação, com forte tendência à interação e é o primeiro meio de interação a distância de muitos para muitos, criado pelo homem, com forte potencial de comunicação horizontal, a critério e a gosto do freguês.
WEB 2.0 é a tendência que reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. Já comentamos em "posts" anteriores os conceitos da Web 2.0 e como ela pode lhe ajudar a tornar o ambiente on-line mais dinâmico, fazendo com que os usuários colaborem para a organização do conteúdo, participem e interagem na rede.
Por trás das gigantes da web 2.0 está o poder que a rede tem de tirar proveito da inteligência coletiva. Que é, por sua vez, o uso da interatividade, das comunidades virtuais, dos fóruns, dos weblogs e wikis, para construir e distribuir os saberes globais, baseada no acesso à informação sempre atualizada.
Poderíamos aqui destacar algumas manifestações de inteligência coletiva que com certeza, você já utilizou ou utiliza: Wikipédia (http://pt.wikipedia.org) , Yahoo! Respostas (http://br.answers.yahoo.com) e Fóruns/Blogs.
Especificamente em Fóruns e Blogs, as comunidades crescem numa rapidez enorme e com uma quantidade imensa de conhecimento sendo disponibilizado diariamente. Nestes fóruns/blogs a comunidade que participa interage de tal forma que pode resolver problemas e até ajudar na decisão de rumos de produtos. Um caso deste foi a IBM, que postou uma pergunta em um de seus blogs, que seria: quais funcionalidades deveriam ser incorporadas em seu produto Lotus Notes?; houveram muitos posts de sugestões e algumas delas foram atendidas.
A web 2.0 é um novo modelo, é uma nova forma cultural de relacionamento, da qual estamos nos habituando lentamente, com enorme resistência. Por isto, os projetos que potencializem a web 2.0 não são fáceis, pois vão contra a arraigada cultura que temos de difundir e nos informar e trocar conhecimento no modelo anterior. Projetos da web 2.0 para gerar inteligência coletiva são, basicamente, de mudanças culturais, utilizando novas ferramentas interativas.
Assim, quando falamos em internet ou web 2.0 não podemos nos perder em tecnicismos, ou em imagens piscando, ou vídeos passando.
O que realmente fará a diferença para o ser humano com estas novas ferramentas, metodologias e profissionais será a nossa capacidade de interagir no mundo novo, não mais para ser informado, mais para informar, descobrindo tribos e produzindo com elas e nelas o conhecimento necessário para enfrentar o novo cenário veloz.
Assim, as decisões tomadas, a experiência adquirida e a memória do grupo preservada com rápida recuperação para os que estão e ainda virão − tudo isso, podemos chamar de Inteligência Coletiva, o objetivo principal da nova web 2.0.
WEB 2.0 é a tendência que reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. Já comentamos em "posts" anteriores os conceitos da Web 2.0 e como ela pode lhe ajudar a tornar o ambiente on-line mais dinâmico, fazendo com que os usuários colaborem para a organização do conteúdo, participem e interagem na rede.
Por trás das gigantes da web 2.0 está o poder que a rede tem de tirar proveito da inteligência coletiva. Que é, por sua vez, o uso da interatividade, das comunidades virtuais, dos fóruns, dos weblogs e wikis, para construir e distribuir os saberes globais, baseada no acesso à informação sempre atualizada.
Poderíamos aqui destacar algumas manifestações de inteligência coletiva que com certeza, você já utilizou ou utiliza: Wikipédia (http://pt.wikipedia.org) , Yahoo! Respostas (http://br.answers.yahoo.com) e Fóruns/Blogs.
Especificamente em Fóruns e Blogs, as comunidades crescem numa rapidez enorme e com uma quantidade imensa de conhecimento sendo disponibilizado diariamente. Nestes fóruns/blogs a comunidade que participa interage de tal forma que pode resolver problemas e até ajudar na decisão de rumos de produtos. Um caso deste foi a IBM, que postou uma pergunta em um de seus blogs, que seria: quais funcionalidades deveriam ser incorporadas em seu produto Lotus Notes?; houveram muitos posts de sugestões e algumas delas foram atendidas.
A web 2.0 é um novo modelo, é uma nova forma cultural de relacionamento, da qual estamos nos habituando lentamente, com enorme resistência. Por isto, os projetos que potencializem a web 2.0 não são fáceis, pois vão contra a arraigada cultura que temos de difundir e nos informar e trocar conhecimento no modelo anterior. Projetos da web 2.0 para gerar inteligência coletiva são, basicamente, de mudanças culturais, utilizando novas ferramentas interativas.
Assim, quando falamos em internet ou web 2.0 não podemos nos perder em tecnicismos, ou em imagens piscando, ou vídeos passando.
O que realmente fará a diferença para o ser humano com estas novas ferramentas, metodologias e profissionais será a nossa capacidade de interagir no mundo novo, não mais para ser informado, mais para informar, descobrindo tribos e produzindo com elas e nelas o conhecimento necessário para enfrentar o novo cenário veloz.
Assim, as decisões tomadas, a experiência adquirida e a memória do grupo preservada com rápida recuperação para os que estão e ainda virão − tudo isso, podemos chamar de Inteligência Coletiva, o objetivo principal da nova web 2.0.
sexta-feira, 13 de junho de 2008
O que você tem a ver com a corrupção?
O Projeto
O projeto tem por objetivo ajudar na prevenção a ocorrência de novos atos de corrupção e a conseqüente diminuição dos processos extrajudiciais e judiciais, por meio da educação das gerações futuras, estímulo a denúncias populares e a efetiva punição de corruptos e corruptores. O projeto visa atacar dois pontos fundamentais:
1º- acabar com a impunidade, ou seja, buscar a efetiva punição dos corruptos e dos corruptores, por meio de um canal real para o oferecimento de denúncias, e, o principal;
2º- educar e estimular as novas gerações, mediante a construção, em longo prazo, de um Brasil mais justo e sério, destacando-se o papel fundamental de nossas próprias condutas diárias a partir do seguinte principio, é preciso dar o exemplo. O primeiro passo para consecução do projeto está envolvendo a promoção, junto ao Ministério Público Brasileiro, de uma valoração especial das atribuições constitucionais da Instituição, estimulando o desempenho de atividades extrajudiciais. Evidente, como nada se constrói sozinho, é preciso envolver outras instituições, empresas e pessoas a se engajarem num projeto de longo prazo que enrede a sociedade em uma campanha de estímulo à ética e a honestidade dos cidadãos.
Vale a pena conferir!
Eu tive a oportunidade de assistir a uma palestra do procurador da justiça em um evento, e é uma campanha séria e que vale todo o respeito e admiração. Temos que acreditar senão não teremos esperança para um Brasil melhor para nossos filhos!
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Já ouviu falar da Wikipedia?
Muito bem, se a sua resposta é sim, então você já conhece quase tudo sobre Wiki!
Wiki são sites que permitem a seus usuários facilmente adicionar, remover ou alterar parte de seu conteúdo. Ela fica no meio do caminho entre um blog e um site, ou seja, ela tem a rapidez de escrita e edição de um blog, a estrutura de um site (não é um diário cronológico como é o blog) e ainda tem a vantagem de ser editado por qualquer usuário identificado. Pode parecer loucura, logo você imagina que o site estará sempre cheio de lixo, mas a experiência prova que isto não ocorre, pois existem mais pessoas corrigindo o conteúdo do que gerando lixo.
Wiki são sites que permitem a seus usuários facilmente adicionar, remover ou alterar parte de seu conteúdo. Ela fica no meio do caminho entre um blog e um site, ou seja, ela tem a rapidez de escrita e edição de um blog, a estrutura de um site (não é um diário cronológico como é o blog) e ainda tem a vantagem de ser editado por qualquer usuário identificado. Pode parecer loucura, logo você imagina que o site estará sempre cheio de lixo, mas a experiência prova que isto não ocorre, pois existem mais pessoas corrigindo o conteúdo do que gerando lixo.
Um dos maiores símbolos desta tendência é a Wikipedia, um projeto utópico (???) da criação de uma enciclopédia com a colaboração voluntária dos internautas.
A aplicação do conceito de Wikis nas empresas já não é mais utopia. A facilidade do seu manuseio e a estruturação do processo de partilha e codificação do conhecimento são vantagens que seduziram os gestores. As aplicações dos wikis na web para a captura e construção de conhecimento coletivo são imensas.
Abaixo um vídeo do You Tube que ilustra através de uma forma bem simples a utilização de um Wiki. Depois de assistir o vídeo, faça um exercício e veja se não teria como utilizar este conceito na sua empresa. Eu acredito que você acharia muitas formas de utilizar isto e estas ainda iriam lhe poupar muito tempo e dinheiro.
terça-feira, 10 de junho de 2008
Mashups.... O que é isto?
Muito bem, maschups é uma combinação de serviço e conteúdo de múltiplos sites que cria um novo serviço ou aplicação.
Mashups são técnicas de programação em que você une serviços e dados de sites diferentes para compor um novo serviço.
Ok, vamos buscar um exemplo então para poder ilucidar este item da Web 2.0. A Zillow (http://www.zillow.com), utiliza o Google Maps associado a dados de empreendimentos imobiliários, que através de uma imagem de satélite poder analisar as informações sobre empreendimentos, fornecendo ferramentas e informações para tomada de decisão.
Apesar de simples ele é muito poderoso.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Blog com uma visão mais empresarial
Blogs são poderosos canais de comunicação para divulgar e coletar “feedbacks” sobre as empresas e seus produtos ou iniciativas.
Porque utilizar blogs se já publicamos informações na internet há muito tempo?
Porque blog é um canal de comunicação que possui características bem interessantes. Abaixo descrevo algumas delas.
Uma destas características interessantes é a informalidade. Por ser mais informal do que uma publicação web no site da empresa, o blog é tipicamente uma pessoa ou grupo de pessoas falando em primeira pessoa. Por mais que você esteja blogando em nome da sua empresa, é a sua visão dos fatos e esta facilidade e informalidade faz com que você publique muito mais informação do que você tipicamente publicaria ou atualizaria no site da sua empresa.
O blog é uma ferramenta para você colher “feedbacks”. Não existe blog sem o usuário poder postar comentários nas entradas publicadas em seu blog. E é ai que ele se torna poderoso, porque você pode colher uma série de informações que podem nortear suas ações e/ou decisões, fazê-lo mudar de estratégia, etc.
Agora vamos transpor isto para a empresa. Imagine as vantagens de um blog do Presidente da empresa, onde ele rapidamente poderia publicar informações, evitando assim a tal da "Radio Peão". Como um blog é de fácil utilização, não necessitamos do pessoal de TI ou Marketing para atualizar a página em uma intranet, por exemplo, isto nos daria agilidade e rapidez. Se esta mesma informação tivesse que ser distribuída rapidamente; que outros meios poderíamos utilizar? Correio Eletrônico, revista interna, comunicado impresso, murais?!? Teríamos uma demora e um custo maior para que a informação chegue ao seu destino final. Um correio eletrônico, por exemplo, não seria entregue a todos os funcionários, sendo assim, teríamos os supervisores e/ou coordenadores passando a mensagem adiante, mas a interpretação e divulgação de cada um destes supervidores/coordenadores poderia ser diferente. Uma publicação impressa seria muito mais custosa e demorada. Se utilizássemos o blog, poderíamos através de quiosques e outros computadores, disponibilizar rapidamente a informação, além disto, poderíamos colher a opinião dos funcionários que leram esta publicação. Imagine a riqueza destas informações para os gestores da empresa!
Em virtude de tudo o que foi aqui exposto, pense nesta possibilidade em sua empresa.
Porque utilizar blogs se já publicamos informações na internet há muito tempo?
Porque blog é um canal de comunicação que possui características bem interessantes. Abaixo descrevo algumas delas.
Uma destas características interessantes é a informalidade. Por ser mais informal do que uma publicação web no site da empresa, o blog é tipicamente uma pessoa ou grupo de pessoas falando em primeira pessoa. Por mais que você esteja blogando em nome da sua empresa, é a sua visão dos fatos e esta facilidade e informalidade faz com que você publique muito mais informação do que você tipicamente publicaria ou atualizaria no site da sua empresa.
O blog é uma ferramenta para você colher “feedbacks”. Não existe blog sem o usuário poder postar comentários nas entradas publicadas em seu blog. E é ai que ele se torna poderoso, porque você pode colher uma série de informações que podem nortear suas ações e/ou decisões, fazê-lo mudar de estratégia, etc.
Agora vamos transpor isto para a empresa. Imagine as vantagens de um blog do Presidente da empresa, onde ele rapidamente poderia publicar informações, evitando assim a tal da "Radio Peão". Como um blog é de fácil utilização, não necessitamos do pessoal de TI ou Marketing para atualizar a página em uma intranet, por exemplo, isto nos daria agilidade e rapidez. Se esta mesma informação tivesse que ser distribuída rapidamente; que outros meios poderíamos utilizar? Correio Eletrônico, revista interna, comunicado impresso, murais?!? Teríamos uma demora e um custo maior para que a informação chegue ao seu destino final. Um correio eletrônico, por exemplo, não seria entregue a todos os funcionários, sendo assim, teríamos os supervisores e/ou coordenadores passando a mensagem adiante, mas a interpretação e divulgação de cada um destes supervidores/coordenadores poderia ser diferente. Uma publicação impressa seria muito mais custosa e demorada. Se utilizássemos o blog, poderíamos através de quiosques e outros computadores, disponibilizar rapidamente a informação, além disto, poderíamos colher a opinião dos funcionários que leram esta publicação. Imagine a riqueza destas informações para os gestores da empresa!
Em virtude de tudo o que foi aqui exposto, pense nesta possibilidade em sua empresa.
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